segunda-feira, 6 de junho de 2011

Crianças Jovens e Drogas

Alguns pais de crianças jovens não comecem a se preocupar com o seu filho a ser tentado a usar drogas até que eles são mais velhos. Geralmente pensamos o ensino médio é a idade em que as crianças começam primeiro com a pressão dos colegas para fazer drogas, ou em uma área particularmente difícil, talvez tivéssemos mais baixa que a idade para o ensino médio. Mas há uma abundância de notícias que sugerem que, mesmo jovens nossas crianças do ensino fundamental não estão imunes à tentação de usar drogas.

Alunos do ensino fundamental na posse de drogas

Na semana passada, os pais de todo o país ficaram chocados ao saber que um aluno Washington DC elementares trouxe cocaína para a escola, e um número de estudantes foram levados para o hospital porque se ingerido ou inalado.

No ano passado, um estudante de 8 anos de idade, na Pensilvânia trouxe 80 sacos de heroína para sua série escolar e tentou distribuí-los aos colegas no recreio.

As drogas não são algo que podemos esconder. Eles realmente estão à nossa volta.Se não é a rua drogas ilícitas como a cocaína ou a heroína que os nossos filhos enfrentam, é a prescrição de medicamentos que tantos de nós temos em nossos armários da medicina.

Mais grave perigo existe quando estamos falando de garotos serem expostos a drogas. Muitos dos alunos nas histórias recente de drogas começou mal das drogas, que é de se esperar, porque eles são menores e seus corpos e cérebros ainda não completamente desenvolvidos. O outro perigo com as crianças e as drogas é que sendo exposto em uma idade tão jovem para as drogas podem ter impactos negativos sobre essas crianças à medida que envelhecem. Eles podem não ver a gravidade das drogas ou dos perigos que causam, especialmente se eles têm experiência com drogas de pouco.

Responsabilizar pais

Alguns desses alunos droga empunhando fundamental aprender tráfico comportamento dos pais, ou de seus bairros, e são apenas copiar as ações que vêem. Muitas pessoas culpam as escolas ou os professores para permitir uma coisa dessas acontecer.Outros sustentam que os pais responsáveis.Os pais precisam estar cientes de que seus filhos estão fazendo e dar um bom exemplo para seus filhos. Os pais também devem começar a conversar com seus filhos sobre os perigos das drogas.O problema é que nessa idade, os pais não costumam ter o "diga não às drogas" falar ainda.Crianças no jardim de infância, primeiro e segundo grau são muitas vezes demasiado jovem para compreender plenamente o conceito de drogas que estão sendo bons ou maus. No entanto, os pais devem começar quando os filhos são jovens, falando sobre saúde e segurança na sua língua de criança compreende.Então, à medida que envelhecem, os pais devem modificar suas palestras para educar seus filhos mais completa sobre as drogas.

Fontes

DC Kids Ingest Cocaine at Elementary School Crianças DC Ingest cocaína na Escola Elementar

Grade school children sickened by cocaine alunos do ensino fundamental enojado com cocaína

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Tabela1: Crianças e jovens maiores de 18 anos que não usam drogas

Indicadores Ordem de Importância

Problemas familiares, incentivo ao uso pela mídia 1o

Limitações profissionais e salariais 2o

Ausência de valores religiosos 3o

Pobreza, identidade com o grupo, adrenalina,

dependência de drogas e despreparo da escola

para lidar com as crianças 4o

Fonte: IETS

Tabela 2: Crianças dependentes que vivem nas favelas

Indicadores Ordem de Importância

Dinheiro e desejo de consumo 1o

Problemas familiares 2o

Identidade com o grupo e dependência das drogas 3o

Tabela 3 : Policiais

Indicadores Ordem de Importância

Dinheiro e desejo de consumo 1o

Pobreza 2o

Prestígio e poder 3º

Crianças no Narcotráfico, um Diagnóstico Rápido

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“Só vejo três tipos de pessoas ganhando dinheiro

com o tráfico de drogas: mulheres, polícia e advogados.

Os traficantes são na realidade perdedores,

nunca acumulam nada”

CÉSAR, IRMÃO DE UM DOS MAIORES TRAFICANTE DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO, MANGUINHOS.

A determinação do motivo pelo qual uma criança entra ou não para o tráfico somente pode ser

analisada por meio de uma combinação de diversos fatores. Assim, o curso das vidas de indivíduos

de diversos grupos sociais é determinado com base nas influências recíprocas dos atributos subjetivos

pessoais e os da rede social à qual eles pertencem. Fazendo parte de determinadas redes sociais

– tanto família, vizinhança, igreja, escola, etc. – a forma singular pela qual um indivíduo se relaciona

com diversos grupos e com sua própria experiência são as variáveis que podem melhor levar

alguém a entender porque uma criança será cooptada pelo tráfico enquanto seu irmão ou irmã

prosseguirão como trabalhadores. Os pontos de vista sobre porque as crianças não ingressam no

narcotráfico reforçam esta premissa. Os grupos que consideraram variáveis estruturais de grande

importância o item 2.3 tendem a relativizar a escolha individual, enquanto que, por outro lado, os

grupos que enfatizam a importância dos atributos subjetivos tendem a relativizar o peso da estrutura

familiar. A estrutura familiar, entretanto, é entendida de forma geral como o elemento central

para manter as crianças longe do tráfico.

Não é possível ignorar o medo da morte como uma barreira importante para ingressar na

atividade. Este é um fator ainda mais forte do que o medo da prisão. Isto deriva da estratégia usada

pela força policial do Rio de Janeiro em sua luta contra as drogas, apoiada no confronto armado, em

lugar da investigação criminal. Além da ação da força policial, os conflitos entre as gangues tornaram-

se mais belicosas com o uso de armamento sofisticado. Por conseguinte, o assassinato de

crianças e jovens maiores de 18 anos que trabalham no narcotráfico aumentou na área metropolitana

do Rio de Janeiro e tornou-se rotina nas favelas.

Texto

O PERIGO QUE RONDA AS ESCOLAS

Há muito tempo que escola não é sinônimo de segurança para os alunos. Dentro dos portões das instituições de ensino, mesmo com toda a vigilância de professores e coordenadores, alunos são autores e vítimas de buylling (termo inglês usado para designar intimidação, agressão e humilhação de estudantes por outros estudantes). O perigo maior reside é fora dos muros da escola, mais precisamente na porta, na esquina, nas cercanias.

Nesta reportagem iremos abordar alguns dos maiores perigos que rondam os estudantes de Goianésia e no Brasil, no geral:

VANDALISMO
Prática bastante apreciada por estudantes, o vandalismo é um meio de afirmação social, de ascensão a algum grupo ou simplesmente fonte de aventura e prazer para algumas crianças e adolescentes. Na saída da escola, o agrupamento de alunos, principalmente do sexo masculino, acaba sendo o ponto de partida para a ação, que vai desde danificar aparelhos telefônicos públicos, pichação, apedrejamento de transeuntes, tocar campainhas, entre outros atos de delinqüência.

PROSTITUIÇÃO
Apesar de não ser muito comum, Goianésia já registrou casos de meninas de 14, 15 anos serem aliciadas na porta das escolas para se prostituírem. Os algozes normalmente são rapazes acima de 21 anos, que possuem carro ou moto e têm fala fácil, a chamada lábia. Rapazes bem sucedidos mexem com o imaginário das mocinhas, pois representam poder, segurança e, ao mesmo tempo, aventura.

A possibilidade do dinheiro fácil, do acesso aos bens de consumo e também a sensação de liberdade, de transgressão, o fator novidade, ser diferente da maioria e ser igual à turma, aos descolados, tudo isso acaba facilitando o caminho entre o portão da escola e o mundo do sexo precoce, do sexo por dinheiro, do sexo por protesto, do sexo por aventura, na adolescência.

DROGAS
Presente em todas as realidades, as drogas também batem ponto na porta das escolas. A Polícia Militar de Goianésia sempre faz rondas, no período da noite, na porta dos colégios e, em algumas situações acabam encontrando usuários e pequenos traficantes, que aproveitam o público em potencial. Normalmente desenvolvem amizade com os alunos e acabam se enturmando. A partir daí para o consumo de maconha, cocaína, crack, entre outras drogas, é um pulo.

Cada vez maior o uso de drogas por parte de jovens e adolescentes preocupam as autoridades. E se alguma coisa não for feita, de forma urgente, a escola e seus arredores se tornarão o principal caminho para este mundo, muitas das vezes, sem viagem de volta.

JOGOS E INTERNET
Não é errado uma criança ou um adolescente se divertir com um jogo eletrônico como videogame ou Counter-Strike. Nem mesmo acessar sua página do Orkut. O que não é correto é por causa dessas diversões, o aluno fingir que vai à escola e ganhar o caminho de uma lan house ou fliperama. Como por determinação da Justiça, estas casas não podem aceitar a presença de pessoas com uniforme escolar, muitos alunos acabam dando um jeito de driblar a proibição: levam uma camiseta reserva na mochila e fazem a troca. E ainda dão um jeito de esconder a mochila, para entrarem normalmente na lan house ou no fliperama.

Em alguns casos, a proximidade destas casas de uma escola acaba se tornando uma isca certeira para os estudantes. Bem dosado pode ajudar o aluno na sua coordenação motora, mas usado de forma exagerada, acaba viciando e trazendo dissabores como o desinteresse pela escola, pela vida social, pelo esporte e inquietação.

BARES
Assim como casa de jogos eletrônicos, alguns bares estão localizados estrategicamente próximo a escolas e faculdades. Quanto aos alunos adultos não há qualquer dificuldade legal: são donos de seus destinos. Mas acontece que transitam por esses bares adolescentes, que acabam consumindo bebidas alcoólicas, cigarros e ficando em situação vulnerável. Muitas vezes o bar é a porta de entrada para a promiscuidade, as drogas e a evasão escolar. Para não ficar exilado da turma dos descolados, muitos alunos acabam experimentando álcool, cigarro e afins. Não poucos tornam-se consumidores assíduos e mudam suas trajetórias de vida, trocando a sala de aula pela mesa do bar.

Alternativas
Ninguém está imune a esses perigos, que inclusive, são tentadores para qualquer um. Mesmo o aluno mais pacato pode se sentir atraído para alguma dessas ciladas. Não há uma vacina que proteja de forma definitiva os adolescentes de optarem por esse mundo. Muitas das vezes a simples curiosidade faz com que haja o contato.

Mas cabe aos pais ou responsáveis a tarefa do diálogo e do acompanhamento constante. Conversa nunca faz mal. Pelo contrário, conquistar a confiança do filho e estabelecer uma relação honesta, explicando os perigos, é a missão principal dos pais para evitar um revés escolar. Observar também os hábitos dos filhos, tomar providência quando notar qualquer mudança brusca de comportamento, como irritação sem motivo, “sumiços”, mistério, novos amigos, cheiro de álcool e cigarro, entre outros.

Aos professores é importante que orientem os estudantes quanto aos perigos que os esperam fora da escola, apresentar de forma séria as armadilhas existentes na rua. E é dever das autoridades, principalmente as policiais, investigarem estabelecimentos próximos à escolas, fazerem rondas nas portas das unidades de ensino e orientar os estudantes quanto a esses males.

Mas os estudantes também precisam se conscientizar, buscar informações e aprender a se defender. Há uns 20 anos, o perigo era apenas não falar com estranhos e ficar bem longe dos caras do carro preto que ofereciam balas. Hoje, o mal se reveste de trajes mais amenos e menos assustadores, sedutores até. Sem esta força-tarefa a porta de saída da escola será simplesmente a porta de entrada para o submundo, para o perigo, para o mal caminho, que tanto atraem os jovens.

* REPORTAGEM PUBLICADA NO JORNAL FOLHA DO ESTUDANTE, EDIÇÃO DE OUTUBRO DE 2010.

Anderson Alcântara

Publicado no Recanto das Letras em 25/10/2010
Código do texto: T2577706

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Adaptação Escolar

Proposta psicopedagógica para adaptação escolar

Historicamente, a Psicopedagogia foi reconhecida por sua intervenção clínica em relação às dificuldades de aprendizagem nos consultórios psicopedagógicos. Atualmente, porém, observa-se um grande crescimento da ação do psicopedagogo nas escolas, sobretudo em uma perspectiva preventiva e institucional. Muitas coisas que acontece nas escolas e preciso saber de onde surge, em casa e ou particular da criança, com os colegas ou com o professor. Assim, através da observação e da escuta, o psicopedagogo pode propor alterações nas posturas das famílias, e mais diretamente, dos profissionais que atuam com os alunos.
Existem maneiras diversas de atuação do psicopedagogo e na adaptação escolar, é imprescindível estar planejado para apoiar educadores, educando e familiares envolvidos neste processo. Após o contato prévio com os pais, explicando a necessidade da criança de sentir segurança por parte dos pais, é oportuno conscientizar o professor da importância da relação dos professores e alunos neste processo.
Entre as condições que ,segundo se sabe, diminuem a intensidade das reações das crianças separadas de suas mães, as duas de maior atuação parecem ser: a presença de uma pessoa conhecida e ou objetos familiares; e os cuidados maternais de uma mãe substituta.
É evidente que o professor não poderá dar atenção individual para os alunos como uma mãe o faz, mas carinho, simpatia, segurança e respeito, ajudarão na construção desse vínculo tão importante para a criança.
Depois do terceiro ano da criança, elas se tornam mais capazes de aceitar a ausência temporária da mãe e de se dedicar a brincadeiras com outras crianças.

Uma das principais mudanças é que após o terceiro aniversário, a maioria das crianças torna-se cada vez mais apta, num lugar estranho, a sentir-se segura com figuras subordinadas de apego, por exemplo, uma pessoa da família ou uma professora na escola. Mesmo assim, esse sentimento de segurança é condicional. Em primeiro lugar, as figuras subordinadas devem ser pessoas com quem a crianças está familiarizada. Em segundo lugar, a criança deve ser saudável e não estar assustada. Em terceiro lugar, deve saber onde está a mãe e confiar que pode reatar o contato com ela em curto prazo.

É importante que o aluno sinta-se bem no ambiente escolar. Sentir vontade de estudar e aprender, além de integrar-se com os colegas adquirindo noções de companheirismo, solidariedade, sociabilização e amizade, proporciona entusiasmo e prazer pela escola. Assim também a relação professor-aluno deve ser construída no dia-a-dia do fazer profissional. No âmbito da psicopedagogia clínica e institucional o relacionamento estabelecido entre estes indivíduos é fundamental para a construção da natureza da aprendizagem, isto é o vínculo estabelecido deve ser percebido como adequado, prazeroso e saudável.
Existem oportunidades encontradas no caminho que oferecem oportunidades de alteração da rota principal, principalmente quando esta foi marcada por solidão e distanciamento humano. Por isso, encontro com pessoas seguras, relacionamentos estáveis, experiências de calor humano, todas constituem ocasiões nas quais os modelos internos podem ser revisto e aproveitados. Existe chance de nos dirigirmos por caminhos menos solitários e vazios, mudando o curso do nosso desenvolvimento. (ABREU, 2005).
Adaptação é tudo isso: conquista, conhecimento, paciência, insegurança, crescimento, confiança, oportunidade. Um processo feito de outros processos individuais. Envolvem-se pessoas, tempo, sentimentos, que às vezes são até contraditórios. Envolve afeto, desenvolvimento, apoio, humildade, enfim uma diversidade de sentimentos pertencentes a pessoas diferentes, que buscam no processo da adaptação escolar alcançar vitória significativa para o desenvolvimento escolar e também para vida.

Procedimento metodológico

O Paradigma: Um convite para o “pensamento complexo"

Nesta perspectiva, o ponto de partida é a assunção da idéia básica defendida por MORIN (1996), da complexidade do objeto. Neste particular, abordagens da linha fenomenológica e etnográfica, assim como o próprio recurso da filosofia da existência apresentam-se como instrumental teórico-metodológico de grande relevância para o processo de análise deste estudo.

Assim, trata-se da tentativa de estabelecer um diálogo entre diferentes disciplinas do campo das ciências humanas, tendo em vista melhor apreender os significados.

Esta pesquisa está classificada nos critérios de pesquisa bibliográfica para o embasamento teórico.
Partindo da pesquisa realizada, os dados foram analisados a partir de leitura crítica e redação dialógica a partir dos autores apresentados.

Considerações finais

Quando pensamos em adaptação escolar, surge a idéia de um período exaustivo, cheio de ansiedade, tensão e até tristeza, pois é o momento de socializar-se com um grupo diferente, separando-se momentaneamente de uma pessoa que representa o porto seguro da criança. Frente a essa realidade surge a necessidade de conhecer o desenvolvimento infantil, sob vários aspectos, pois eles trarão informações importantíssimas, para pais e educadores agirem de maneira preventiva e também proporcionarem segurança, quanto às atitudes que estão sendo executadas durante o processo educativo.
O conhecimento específico sobre o desenvolvimento humano proporciona o desenvolvimento de rotinas de acordo com as especificidades que foram estudas, podendo propor atividades mais interessantes, criativas, adequadas, ou seja, melhor elaboradas. Atividades bem planejadas com o objetivo de facilitar constituem instrumento construtivo para a construção da confiança da criança no ambiente escolar, desenvolvendo vínculos com os educadores e colegas que facilitam o processo de socialização, tão importante para a adaptação escolar.
Durante a adaptação escolar, é também importante dar atenção ao conceito que a criança faz de si mesma e vimos nesta pesquisa a necessidade da criança de aprender fazendo, ou seja, participar de uma interação ativa. Brincar, movimentar-se, é partes essenciais do processo, pois o ensino excessivo pelo professor sufoca o interesse pela aprendizagem e conseqüentemente pela escola.
O momento da adaptação escolar é uma fase que desperta emoções complexas na criança, então é imprescindível deixar claro que o processo de adaptação de uma criança na escola, não começa com ela, mas com seus pais, pois a entrada de uma criança na escola representa uma mudança na rotina e na vida, tanto das crianças como de seus familiares e da própria escola. A família deve estar segura e transmitir isso a criança, fazendo com que seu ambiente familiar seja um “oásis” no meio dessa fase cheia de congruências sentimentais.
Com certeza a psicopedagogia pode ser muito útil no planejamento do processo adaptativo e também durante o mesmo. A psicopedagogia pode propor atividades, reuniões preparatórias para os pais, mostrando a importância da participação segura deles durante esse processo. Conscientizar os professores e prepará-los para usar uma linguagem estimulante para a criança. Faz parte de a atuação psicopedagógica disponibilizar para os professores sugestões de materiais, rotinas pedagógicas que possam ser úteis para a distração da criança nos seus momentos de tensão.
Ficou claro, que a adaptação escolar, pode ser minimizada, se como profissionais comprometidos buscarmos conhecer melhor esse processo, propondo alternativas para melhorá-lo sempre. Pode ser complexo e trabalhoso planejar um processo adaptativo para alunos e pais que ainda não são conhecidos pela escola, mas acredito que esses esforços trarão resultados positivos fazendo com que um processo que era longo e exaustivo, possa se tornar mais autoconfiante, alegre e prazeroso, proporcionando um encantamento inicial pela escola, que abre caminhos para a aquisição de conhecimentos cada vez mais complexos.
A nossa realidade aqui no Japão e bem diferente do Brasil, e conversei com famílias que tem sérios problemas, principalmente relacionado com o dialogo e tempo para ter esse momento de dialogo.

Referências
 bibliográficas

Edgar Morin,(1996)psicologia da criança.

ABREU, N. Cristiano. Teoria do apego: fundamentos, pesquisas e implicações clínicas. São Paulo: Casa do Psicólogo, 2005.
BIAGGIO, Ângela M. Brasil. Psicologia do Desenvolvimento. Petrópolis: Vozes, 1976.
______. Separação angústia e raiva. 3ª edição. São Paulo: Martins Fontes, 1998.

BRAZELTON, T. Berry. Momentos decisivos do desenvolvimento infantil. São Paulo: Martins Fontes, 1994.

BUENO, J. Jocian. Psicomotricidade teoria e prática. São Paulo: Lovise, 1998.

CASTRO, L. G. M. O olhar psicopedagógico na instituição educacional: O psicopedagogo como agente de inclusão social. Revista Psicopedagógica. São Paulo: v.21, n.65, pp.108 – 116, 2004.

CONSTALLAT, Dalila M. M. de. A psicomotricidade otimizando as relações humanas. São Paulo: Arte&Ciência, 2002.

FORTUNA, R. TÂNIA. A psicopedagogia na sala de aula: do por que ao fazer. Revista Psicopedagogia. Rio Grande do Sul: v.15, n.37, pp. 6–10, 1996.

GESELL, Arnold. A criança do 0 aos 5 anos. 6ª edição. São Paulo: Martins Fontes, 2003.

PAPALIA, E. D.; OLDS, W. S. Desenvolvimento humano. 7ª ed. Porto Alegre: Artmed, 2000.

JR. PHILIPPS, L. John. Origens do intelecto: a teoria de Piaget. São Paulo: Editora Nacional, 1971.

RAPPAPORT, C. R. A idade pré-escolar. São Paulo: Editora Pedagógica e Universitária, 1981.

SCIAN, M. R. A importância do desenvolvimento psicomotor na educação infantil de quatro a seis anos. Engenheiro Coelho, 2007. 39 f. Monografia de Pós-Graduação Lato-Sensu em Psicopedagogia. Faculdade de Educação, Centro Universitário Adventista de São Paulo.

VAYER, Pierre; RONCIN, Charles. Psicologia atual e desenvolvimento da criança. São Paulo: Editora Manole Dois, 1990.

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Projeto Kaeru com a psicóloga -Kyoko Nakagawa

Para quem se interessar no assunto ,para as familias que moram no Japao .
Quarta, 13 de Outubro de 2010 17:04

Kyoko Nakagawa, psicóloga e coordenadora do projeto Kaeru, vem ao Japão para outra série de palestras que já estão agendadas para Ibaraki, Gunma, Shizuoka, Aichi, Shiga e Gifu. Uma oportunidade para saber mais sobre a readaptação no Brasil.

O Projeto Kaeru tem como objetivo oferecer um trabalho de intervenção psicológica, social, psicopedagógica, de acompanhamento e de reforço escolar às crianças do ensino fundamental da rede estadual de educação que, em decorrência dos processos migratórios, mais precisamente, do movimento de trabalhadores brasileiros ao Japão, apresentam dificuldades na aprendizagem, pouco conhecimento da língua portuguesa, dificuldades nas relações interpessoais, de (re)adaptação à sociedade brasileira, gerando como conseqüência problemas sérios ao seu desenvolvimento, aos seus familiares, às escolas e a todos aqueles que convivem com elas.


Undokai japones






Parte da minha comunidade -Jincana tipica de todas as cidades.

E uma jincana da escola japonesa,onde alunos e pais participam ,onde tem alunos brasileiros que estudam nestas escolas que tambem fazem parte.

sábado, 20 de novembro de 2010

Foram abordados para a pesquisa, 166 alunos brasileiros que frequentam oito escolas públicas (primárias e ginasiais) da região. Na escola com o maior número de estrangeiros, a taxa de matriculados é 8,8% em relação ao total de alunos.

As oito escolas citam como principal questão a resolver, a “comunicação com os pais dos alunos”. A dificuldade em acompanhar as aulas em japonês (citado por 6 escolas) e a comunicação entre os alunos (citado por 4 escolas) também aparecem no relatório da pesquisa.

A pesquisa realizada pelo governo da província de Ibaraki, divulgada pelo jornal Yomiuri, mostra que os brasileiros demitidos de seus empregos na indústria manufatureira após a recessão ainda enfrentam dificuldades na busca de emprego e na barreira da língua na educação de seus filhos.

Baseado em dados levantados na pesquisa, a província implantará medidas de apoio como a criação de um centro de consultas de emprego e educação na cidade de Joso, além da realização de exames médicos nas escolas estrangeiras.

Com as medidas já determinadas, o departamento internacional da província disse que é preciso oferecer mais apoio para melhorar a vida cotidiana dos estrangeiros como sendo este um membro da comunidade local.

sábado, 13 de novembro de 2010


Um ponto de ônibus adequado.

Somente em outras cidades que existem esse ponto com cobertura, onde as pessoas saem debaixo de chuva ate o ponto e todos com roupas quase molhadas depois tendo que ir ao trabalho.
Analisando este fato, sabemos que aqui no Japão e muito frio nesta época, onde de manha vejo todo dia as pessoas esperando o ônibus no tempo.

Aqui na minha cidade não tem essa cobertura e apenas um poste de indicação que e um ponto de ônibus,onde alunos que precisam ir a escola de ônibus também se torna inconveniente,isso não e uma cultura do Japão ,se fosse eu não poderia falar,mas o fato de os alunos irem andando ate a escola do ensino Fundamental e uma cultura.Isso todos os estrangeiros devem aceitar,mas pelo fato dos pais brasileiros não tendo condições de pagar uma escola brasileira ,torna difícil para as crianças.

E outro problema que encontramos e que não e visível e muito pouco falado aqui ,que 75 % das crianças sofrem de depressão infantil,gerando problemas sérios.