Foram abordados para a pesquisa, 166 alunos brasileiros que frequentam oito escolas públicas (primárias e ginasiais) da região. Na escola com o maior número de estrangeiros, a taxa de matriculados é 8,8% em relação ao total de alunos.
As oito escolas citam como principal questão a resolver, a “comunicação com os pais dos alunos”. A dificuldade em acompanhar as aulas em japonês (citado por 6 escolas) e a comunicação entre os alunos (citado por 4 escolas) também aparecem no relatório da pesquisa.
A pesquisa realizada pelo governo da província de Ibaraki, divulgada pelo jornal Yomiuri, mostra que os brasileiros demitidos de seus empregos na indústria manufatureira após a recessão ainda enfrentam dificuldades na busca de emprego e na barreira da língua na educação de seus filhos.
Baseado em dados levantados na pesquisa, a província implantará medidas de apoio como a criação de um centro de consultas de emprego e educação na cidade de Joso, além da realização de exames médicos nas escolas estrangeiras.
Com as medidas já determinadas, o departamento internacional da província disse que é preciso oferecer mais apoio para melhorar a vida cotidiana dos estrangeiros como sendo este um membro da comunidade local.
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